Blog

Por que a gente vai falar do Direitivo todo dia
ArtigoCarta de domingo · 1 de 1

Por que a gente vai falar do Direitivo todo dia

Promessa ao leitor: Em dez minutos de leitura você sabe o que vem a cada dia da semana e escolhe por onde começar.

Equipe Direitivo · 25/10/2026 · 7 min de leitura

Em sete minutos de leitura, você sabe o que vem a cada dia da semana e escolhe por onde começar.

Esta é a primeira carta de domingo. A partir de hoje, 25/10/2026, a gente passa a falar do Direitivo todos os dias, em séries curtas, e todo domingo escreve para você sobre a semana que entra. Antes de começar, vale explicar por que escolhemos esse caminho, o que prometemos a quem lê e como acompanhar sem se perder.

Um produto grande demais para uma apresentação só

O Direitivo cobre o escritório inteiro: processos, prazos, clientes, dinheiro, documentos, equipe. Uma página de apresentação, por mais bem escrita que seja, dá conta de uma ou duas dessas frentes. As outras ficam em uma lista de itens, e lista de itens não convence ninguém de nada.

O resultado desse formato é conhecido. Um escritório adota um sistema por causa da agenda e usa só a agenda. Seis meses depois descobre que o controle de honorários já estava ali, pronto, esperando que alguém abrisse a tela certa. Não foi falta de interesse. Foi falta de alguém que contasse, na hora certa, o que aquela parte do sistema muda na rotina.

Por isso a gente decidiu contar pouco por vez e com frequência. Um dia, um assunto, uma situação que você reconhece. Quem acompanha a semana inteira passa, sem esforço, pelo escritório todo.

A promessa: mostrar o que você ganha, não como a gente faz

Existe uma regra da casa, e vale dizer logo no começo, porque ela vai aparecer em tudo o que a gente publicar: cada texto, cada imagem e cada vídeo mostra o que você ganha, e nunca como a gente faz.

Isso significa que você vai ler sobre o momento na tela, sobre o que deixa de fazer à mão, sobre o que passa a saber antes dos outros. E não vai ler sobre o que tem por dentro. Quando falarmos de prazo, por exemplo, vamos dizer que ele aparece antes de vencer e que ninguém precisa lembrar sozinho. Não vamos explicar como ele é calculado.

Fazemos assim por dois motivos. O primeiro é prático: quem decide adotar um sistema quer saber o que muda na segunda-feira, não o que existe lá dentro. O segundo é de respeito pelo trabalho: a receita é nossa, o efeito é seu, e é o efeito que interessa a quem advoga.

A regra também protege você de um tipo de promessa que a gente não faz. O Direitivo instrumenta o trabalho, e quem assina é sempre o advogado. Nenhuma série vai prometer resultado em processo, e nenhuma vai pedir que você contrate nada. As chamadas são sempre as mesmas: conhecer, ver como funciona, pedir uma demonstração, assinar esta carta, responder a pergunta da semana.

Sete dias, sete jeitos de falar

A semana tem forma fixa, para você saber o que esperar em cada dia.

Domingo: Carta de domingo. Esta aqui. Olha a semana que passou, anuncia a que entra e faz uma pergunta para você responder.

Segunda: Dia 1 no Alameda. Uma ficção. O Alameda é um escritório inventado (e a gente diz isso em toda edição, para não haver dúvida) que adota o Direitivo e vive um dia por episódio. O primeiro se chama "Segunda, 8h40: toda a carteira do Alameda cabe numa tela". Cada episódio termina em suspense, e o seguinte responde.

Terça: Pergunte à Diva. A Diva é a assistente do Direitivo. Toda terça ela responde a uma pergunta do público sobre o Direito do dia a dia, e a pergunta nasce de uma enquete da terça anterior. A primeira é: "ela escreve a petição por mim?".

Quarta: Jurídico de empresa. Para quem contrata advogado: diretor, financeiro, contador. A primeira edição pergunta "Quantos processos a sua empresa tem hoje, e em que pé estão?".

Quinta: Vanguarda. O que quase ninguém faz ainda. A estreia é "A estratégia do caso, atacada antes da audiência".

Sexta: Antes e depois. Como era a rotina, como fica. A estreia mostra "O prazo que só apareceu na véspera".

Sábado: O processo fala e Isso a gente não faz. São duas séries que se alternam, uma a cada sábado. Nos sábados de "O processo fala", traduzimos para quem não é advogado o que o tribunal acabou de dizer; o primeiro episódio é sobre a frase "Intime-se a parte autora". Nos outros sábados, entra "Isso a gente não faz", em que dizemos com franqueza o que o Direitivo deixa de fora de propósito.

E a conta não fecha em sete: são sete dias e oito séries, porque o sábado alterna duas. Cada série tem oito episódios por temporada, e a primeira temporada dura quatro semanas. A primeira apresenta, a segunda aprofunda o dia a dia, a terceira abre o corporativo e a vanguarda, e a quarta fecha com os limites, a confiança e a pergunta que importa: e o seu escritório?

Para quem cada dia foi pensado

A semana tem dois públicos, e os dois sentam na mesma mesa.

De um lado, quem advoga, em especial o escritório pequeno e médio, em que a mesma pessoa cuida do processo, do cliente, do prazo e da cobrança. Para quem está nessa rotina, o Alameda e o Antes e depois são o caminho mais direto: mostram a rotina real e o que ela ganha de tempo.

Do outro lado, quem contrata advogado: a empresa com um conjunto de processos espalhados, em que o diretor quer saber o tamanho do risco, o financeiro quer saber quanto vai sair do caixa e o contador quer saber o que provisionar. O Jurídico de empresa fala com essas três pessoas, em linguagem de quem não precisa ser do Direito.

As outras séries servem aos dois. A Diva responde perguntas que aparecem nos dois lados. A Vanguarda mostra o que muda o jogo para ambos. O sábado traduz o tribunal para quem lê e dá clareza sobre o que o Direitivo faz e o que não faz.

Quando uma dessas conversas não for para você, pule o dia. Ninguém precisa ler tudo. A ideia é que cada pessoa encontre, na semana, o dia que fala com a sua rotina.

Como acompanhar sem se perder

Cada episódio sai em três lugares: aqui, no blog, com a versão completa; no Instagram, em um carrossel de cinco lâminas que você lê em um minuto; e no LinkedIn, com o texto pensado para quem vive de trabalho e de rede profissional. O episódio é o mesmo nos três, contado com três ângulos. Se você prefere ler com calma, o blog serve. Se tem só um intervalo entre uma audiência e outra, o carrossel serve.

Quem não quer procurar pode assinar a newsletter e receber a carta de domingo toda semana, com o resumo do que passou e o que entra. É o jeito mais simples de não perder nada, e é o único compromisso que a gente pede.

Uma observação sobre honestidade, que também faz parte da regra da casa: o que aparecer numa série como parte do Direitivo estará no ar. O que ainda estiver a caminho vai ser dito como "o que vem por aí", sem data prometida. Preferimos que você descubra uma tela a mais do que uma a menos.

A pergunta que fecha esta carta

Toda carta de domingo termina com uma pergunta, e a primeira é esta: antes de achar que um sistema serve ao seu escritório, o que você precisa ver?

Pode ser a carteira de processos numa tela só. Pode ser um aviso de prazo que chegue antes de ser tarde. Pode ser a conversa com o cliente que não vira bagunça de mensagens. Pode ser o preço, a segurança dos dados, a facilidade de levar o que você já tem. Qualquer resposta serve, e todas orientam o que a gente escreve depois.

Responda nos comentários do Instagram ou do LinkedIn, ou na enquete de terça. A gente lê tudo, e o tema da semana seguinte nasce do que você disser.

O que você leva

  • Um mapa da semana: qual série fala com o seu dia a dia, de segunda a sábado.
  • A regra da casa: a gente mostra o efeito na rotina, nunca a receita do mecanismo.
  • Uma pergunta para responder, que orienta o que vem depois.

Até o próximo domingo. E, se quiser a carta na sua caixa toda semana, assine a newsletter.

Este texto foi útil para você?

Seja a primeira pessoa a avaliar

Comentários

Que tema você quer ver aqui? Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Conte nos comentários. Para o seu caso em particular, fale com um advogado.

Comentários que violam as regras da plataforma são recusados na revisão.

Carregando os comentários.

Leia também

O prazo que só apareceu na véspera: como era, como fica
ArtigoO prazo que só apareceu na véspera: como era, como fica
Aquarela de um robô antigo de lata lilás, de corda, sobre papel creme.
ArtigoA transformação da prática forense pela inteligência artificial
O teste de estresse da estratégia: ver a tese rachar antes da audiência
ArtigoO teste de estresse da estratégia: ver a tese rachar antes da audiência
Quantos processos a sua empresa tem hoje, e em que pé estão?
ArtigoQuantos processos a sua empresa tem hoje, e em que pé estão?
Por que a gente vai falar do Direitivo todo dia · Direitivo